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Archive for the ‘O vôo livre…’ Category

“O círculo do tempo gira dentro do círculo da eternidade, na eternidade não existe o tempo; porém, o tempo gira dentro do círculo da eternidade. Termina um tempo e uma personalidade; porém, ao girar a roda, aparece sobre a Terra um novo tempo e uma nova personalidade. Retorna o ego e tudo se repete. Com a morte se fecha o tempo e a eternidade se abre. O círculo da eternidade primeiro se abre e logo se fecha, quando o Ego regressa ao círculo do tempo”

Samael Aun Weor

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Quem já passou por essa vida e não viveu

Pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Porque a vida só se dá pra quem se deu

Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu

Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não

Não há mal pior do que a descrença

Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão

Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair

Pra que somar se a gente pode dividir

Eu francamente já não quero nem saber

De quem não vai porque tem medo de sofrer

Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão

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“Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos.”

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Por que até nos mais altos graus de felicidade o coração continua inquieto? Por que não podemos aceitar simplesmente a alegria e abraçá-la com todo nosso corpo e com toda a nossa alma?
A felicidade dá medo, não dela mesma, mas de não ser real, de ser demais, de ser um sonho… por isso tanta inquietação nos momentos que poderiam ser vividos como se os outros não mais existissem, por isso o olhar pra trás pra ver se a tristeza não seguirá o mesmo caminho, não virá estragar esse tão esperado bocado de alegria.
E por que ficamos nesse estado de expectativa é que não tomamos posse total daquilo que recebemos. Parte de nós se alegra e outra vigia, olha de lado, espera até, para que depois nos sintamos reconfortados no nosso desejo de ter razão.
Deus não nos dá presentes pela metade. Aquilo que nos oferece, oferece inteiramente e se não aproveitamos plenamente daquilo que recebemos é porque nós mesmos estragamos isso com nossas dúvidas e incertezas. Abrimos nosso coração e deixamos nele uma janela aberta para ver voar nossa alegria. E ainda nos consolamos depois dizendo que a vida é assim.
Não… a vida não é assim! Nós a fazemos!
As pessoas mais felizes são aquelas que bebem o riso e se sustentam desse momento presente como se amanhã nunca fosse chegar. Elas pegam de cada dia aquilo que recebem, selam cada noite e cada manhã com uma oração de agradecimento e bastam-se.
Devemos aprender que a vida não é uma fatalidade, embora existam momentos fatais. A alegria não é irmã gêmea da dor e o riso não dá a mão ao choro. Somos nós os responsáveis desse estado de espera, nós que atraímos pra dentro aquilo que repudiamos.
Aquele que quer ficar doente, fica doente, aquele que quer curar-se, cura-se. O que tem fé vai muito longe e o que aproveita da vida, come, bebe e dorme e ainda é coroado com lindos sonhos.

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“Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ver além dos olhos, de ouvir além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio, tão clara, no próprio coração. Essa sensação, às vezes, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói ser ferido. Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia.” Ana Jácomo

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Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.
És homens, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças».

Miguel Torga, Diário XVI /«Sísifo»

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Por: Drauzio Varella


Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse 
ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em 
relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê 
certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, 
somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia 
na vida da gente. É quando um vizinho estaciona o carro 
muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga 
do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente 
entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da 
sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o 
que resta do seu dia. 

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, 
impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom 
exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, 
e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito 
parecida com a de seus amigos, mas não entende por que 
eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá 
errado para eles? Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez 
ou outra, não faz a menor diferença. O que não falta 
neste mundo é gente que se acha o último biscoito do 
pacote. Que “audácia” contrariá-los! São aqueles que 
nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o 
pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. 
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por 
ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do 
caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a 
maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos 
assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail,
um pedido de desculpas, um deixar barato. 
Eu ando deixando de graça, para ser sincero.
Vinte e quatro horas têm sido pouco para tudo 
o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda 
mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações 
irritantes e gente idem, pilhas de pessoas que vão 
atrasar meu dia. Então eu uso a “porta do lado” e vou 
tratar do que é importante de fato. Eis a chave do 
mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom 
humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na 
vida dos outros dá errado.


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